segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Cinto de segurança de três pontos será obrigatório para veículos em 2020


Contran, em decisão sugerida por um estudo da Anfavea – associação que reúne as montadoras de veículos no Brasil – decidiu aumentar a exigência de mecanismos de segurança nos automóveis e utilitários vendidos no país.
A nova resolução, no entanto, só será totalmente válida a partir de fevereiro de 2020, quando completar cinco anos de existência. Antes disso, em 2018, os modelos novos, sejam nacionais ou importados, deverão contar com os novos recursos de proteção.
A determinação do órgão federal prevê a adoção de cintos de segurança de três pontos com retensor em todos os assentos – hoje há modelos que o dispensam na posição central traseira, por exemplo. Outro item atualmente  opcional, o apoio de cabeça, passará a ser obrigatório da mesma forma.

Novas regras para cintos e isofix
Modelos novos terão de adotar novo padrão a partir de 2018
A novidade na resolução é a inclusão do sistema Isofix, de ancoragem dos assentos infantis, que passará a ser exigido em automóveis, picapes e utilitários. A exceção a essas regras ficará por conta dos modelos esportivos do tipo 2+2, nos quais será possível escolher o tipo de ancoragem.
Cintos abdominais continuaram sendo usados apenas em assentos voltados para trás e no caso de assentos centrais em caminhões, tratores e motorhomes.
Na esteira dos airbags e ABS
A medida segue o endurecimento das exigências de segurança nos carros vendidos no Brasil. A investida começou com a exigência de airbags e ABS em todos os modelos vendidos a partir de 2014. Espera-se que o Contran siga outros países e regulamente a adoção do controle de estabilidade, um rescurso de segurança ativa, que evita acidentes, como foi feito na Europa e mesmo na vizinha Argentina.

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