quinta-feira, 7 de maio de 2015

Para o TSE, utilização do voto impresso é retorno ao passado

TSE
Na última terça-feira, 5 de maio, parlamentares debateram em audiência pública o sistema eletrônico de votação e a adoção do voto impresso como forma de auditar o resultado das eleições. Uma das principais críticas a respeito é que o voto impresso seria um retrocesso para a sociedade brasileira.

Essa é a opinião do ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Henrique Neves, e também do secretário de Tecnologia da Informação (TI) do Tribunal, Giuseppe Janino. Ambos defendem que as experiências brasileiras com o voto impresso não foram positivas.
Para Neves, ao invés de o País adotar novamente esse método de auditoria, seria mais interessante identificar a ocorrência de fraudas. Segundo o ministro, “a urna já tem essa segurança, mas a função da Justiça Eleitoral é sempre aperfeiçoar o sistema criando novos métodos para dar essa garantia aos programas de informática da Justiça Eleitoral”.
Na ocasião, ele apresentou alguns recursos de auditoria como a Cerimônia de Assinatura Digital e Lacração dos Sistemas Eleitorais, evento público realizado cerca de um mês antes das eleições onde todos os sistemas da urna eletrônica são assinados digitalmente.
Ao final da audiência, ficou sugerido que o Código Eleitoral seja reformado para unificar o término das eleições em todo o Brasil. Também que a divulgação do resultado da votação para presidente da República seja divulgada ao mesmo tempo a todos os eleitores.

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