Muitos animais são abandonados porque os ex-donos não aceitam o comportamento dos bichos.
Dois hamsters, vários peixes, jabuti, coelhos, gatos e cachorros. A lista de bichos de estimação de Luana Macedo, 23 anos, é extensa e diversificada. A jovem universitária tem no histórico pessoal várias histórias de amor com esses animais, que muitas vezes são abandonados por seus ex-donos.
Os gatos e cães são os bichos mais queridos pelos humanos, no entanto em muitos casos, o comportamento indesejado motiva o abandono. “Aqui em natal temos muitos animais precisando de um lar”, afirma Luana.
Luana é voluntária em algumas Organizações Não Governamentais (ONG) e ajuda resgatando bichinhos das ruas e em bazares que são realizados para arrecadarem alimentos e dinheiro que ajudem as ONGs a continuarem os trabalhos. “Já resgatei e levei três gatos para o lar Amora Brayan, ajudo também nos bazares ou doando para animais específicos”, relatou.
O Amora Brayan é mais um entre tantos outros projetos que ajuda a animais abandonados encontrarem um lar, uma família. A organização, que tem mais de 100 gatos e alguns cachorros, funciona na vila de Ponta Negra, zona Sul. Luana explica que o nome é por causa dos dois primeiros gatos que a dona do lugar, Marta Câmara, adotou.
Paralelo aos trabalhos voluntários, a jovem cuida de outros dois animais. “Atualmente tenho um cachorro e um gato, Cadu e Ceci, respectivamente. Minha irmã também tem dois gatos adotados, Nikki, que é ceguinha de um olho, e Nino, que foi resgatado por uma amiga da minha irmã. O fato de Nikki não ter um olho não nos impede de amá-la, ela é fofa e minha irmã se apaixonou por ela de primeira”, acrescenta.
“Ele que nos adotou”
Danielle Irineu, 22 anos, também tem uma história de amor com os animais. A estudante de jornalismo diz que foi adotada por um cachorro. "Chico Rabito" é amado por todos os moradores, dividido entre os vizinhos, ele apareceu e escolheu o endereço de Danielle para ser uma de suas paradas obrigatórias no dia.
“Chico Rabito apareceu em nossa rua há mais ou menos dois meses, simplesmente um amor. Ele não se prende a ninguém, por isso digo que ele nos adotou. É incrível! Quando o chamamos ele corre todo feliz em nossa direção. A raça nós não sabemos aos certo, ele é aparentemente bem saudável. Damos ração e água sempre”, relata Danielle.
A estudante já teve outros animais, mas explica que por causa do tempo prefere não ter outros em casa.
Adoção de cães por aplicativo
O Au.Dote é primeiro aplicativo de adoção exclusivo para cães no Brasil. Criado pela startup DogLikers, o app já reúne cerca de mil cães cadastrados por ONGs no Brasil inteiro.
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