
A procuradora do Ministério Público de Contas do RN, Luciana
Ribeiro Campos, solicitou à Segunda Câmara de Contas a sustação do pregão
23/2016, em decorrência de distorções na contratação da empresa responsável
pela captação de patrocínio do evento Mossoró Cidade Junina, o que pode causar
dano ao erário.Segundo a Procuradora, existe na minuta do contrato cláusulas
consideradas ilegais por restringir a competitividade, além da ausência do
orçamento detalhado da composição dos custos, pagamento de bônus e definição de
valores incompatíveis com os itens descritos no Termo de Referência. Também chama atenção o fato de que o gasto
com a festa, nos últimos anos, ter sido maior do que os valores investidos na
Vigilância Epidemiológica e Vigilância Sanitária.O pedido vai ser analisado
pela Segunda Câmara de Contas, que deverá se posicionar nos próximos dias
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