
Investigado sob suspeita de ter recebido o dinheiro como propina da OAS, uma das empreiteiras alvo da Lava-Jato, o senador José Agripino (DEM) respondeu à matéria que jornal O Globo que mostra o relatório do Conselho de Controle de Atividades financeiras (Coaf) que levanta a suspeita de que ele teria realizado operações suspeitas no valor de R$ 15,9 milhões entre dezembro de 2011 e novembro de 2014. O indício é de que houve lavagem de dinheiro.
Em nota enviada à imprensa, o senador afirma que já se manifestou sobre o assunto no dia 26 de abril, no plenário do Senado Federal. Além disso, Agripino reforçou que suas movimentações bancárias estão à disposição dos órgãos fiscalizadores. “Meus extratos bancários conciliados com minhas declarações de Imposto de Renda esclarecerão definitivamente a movimentação financeira questionada”, disse.
O senador questiona ainda como se daria sua gestão frente à direção do BNDES diante do fato de ser ele um expoente opositor do sistema petista. “Sou acusado de facilitar pagamentos feitos a OAS pelo BNDES. Que força teria eu no BNDES sendo líder de oposição há treze anos?”, indagou Agripino. “O que desejo é celeridade na apuração dos fatos”, expressou, ao final da nota.
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